Saga vivida por mim nesse jogo que gosto muito, Elders Scroll V: Skyrim! Contando na forma de um conto como foi matar o meu primeiro dragão sozinho nesse incrível  game.

“Era meio do dia… quando o Dragonborn resolve subir o caminho pedregoso em cima do dorso de seu cavalo negro seguido de perto por sua fiel escudeira Lydia. De repente, sem nenhum aviso, uma sombra corta os céus criando uma gigante sombra que cobria todo o guerreiro e um barulho ensurdecedor logo em seguida.

Um dragão voava logo a cima da sua cabeça com as garras e os dentes à mostra, preparando-se para soltar um ataque mortal de gelo.

O Dragonborn pula de seu cavalo num único e rápido salto, faz um rolamento no chão segundos antes do jato congelante sepultar sua fiel escudeira, mas não a tempo de fazer o mesmo ao seu cavalo que fugiu numa guinada.

Sozinho, apenas acompanhado da sua espada e escudo, além do seu arco que jazia em suas costas, o guerreiro não titubeou ao ver a fera bizarra o encarar nos olhos. Colocou seu arco a postos e começou a atirar flechas que puxava de sua aljava.

O Dragão alçou voou e rodeava o guerreiro trazendo em tempos uma tempestade congelante, e mesmo assim o matador de dragões atirava flechas com precisões cirurgicas em sua asa e dorso.

Foi quando, numa investidade da besta, o Dragonborn soltou o seu dragon shout, o grito que o torna tão mortal quanto essa tal besta, o que fez ela cair perto de sua escudeira ainda congelada.

Sem mostrar um pingo de medo da morte, equipou novamente sua espada e escudo e correu em direção a asa do dragão. Aparentando não estar cansado, desferia golpes poderosos contra seu terrível inimigo, que a essa altura já se recuperava do estado de torpor que se encontrava a pouco e tentava a todo custo dar uma mordida fatal em seu carrasco.


A fera levantou o peito ameaçando soltar mais uma vez a baforada de gelo, mas com um ataque certeiro no
focinho, ele desviou a investida, congelando parte das rochas e árvores que estavam ao lado.

Mais um grito atordoante do Dragonborn em direção ao monstro que a fez urrar e levantar o pescoço para trás num rompante instintivo de se proteger.

O guerreiro executa o golpe final, com o corte de sua espada atingindo a parte inferior da mandíbula do Dragão, atravessando todo seu focinho, terminando de vez com seus pontos vitais.

No momento seguinte, toda a energia da besta é absorvida pelo Dragonborn em forma de labaredas incandescentes que iluminam seu corpo por alguns segundos. No final, resta somente a luz da lua, delineando sua silhueta e os restos de escamas e ossos do animal.”