Dentre as muitas coisas das quais eu não fico sem hoje em dia, uma delas é a internet. Mas com toda facilidade que ela traz, veio uma dificuldade: tenho problemas em lidar com pessoas offline. É isso mesmo. Não sei o que fazer com quem não lê e-mails todos os dias, com quem não usa Gtalk ou Msn, com pessoas que não se comunicam pela rede.

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Eu tenho e-mail, Msn, Gtalk, Twitter, Orkut, Facebook, Flickr, Formspring, Blog, Tumbrl e qualquer outra coisa que apareça na web, mas não acho que é preciso estar em todas as redes sociais, conhecer tudo sobre a web e tal, embora isso seja extremamente atraente no sexo oposto [é, disse atraente mesmo, eu adoro nerds/geeks, mas esse é outro papo], mas e-mail é questão de necessidade, né? Aliás, se comunicar é o princípio básico de tudo.

Eu tenho verdadeiros siricuticos quando me falam “Ah, não te respondo por que não entro muito no meu e-mail”. Ué, e para que tem um então criatura? Você compra uma roupa para não usar? Comida para não comer? Cerveja para não tomar? Pois bem, se tem um e-mail, ainda que seja um famigerado Hotmail, use-o!

Eu não gosto dessas coisas da internet, prefiro o mundo real” Ô discurso que dá sono. Amigo, veja bem, a internet é real, ela está aí, quer você queira ou não. Ficar fora dela é algo que vai te custar mais caro do que gastar seu tempo acessando e-mails. Por quê?

Porque a web criou um caminho sem volta na comunicação e na vida de muitas pessoas [na minha, com certeza], no sentido de que não adianta tentar ficar isento dessa mudança, a não ser que você seja um simpático ermitão, mas do contrário, se você vive rodeado de pessoas como toda boa espécie humana, honey, você está postergando o inevitável. Você não estar na internet não atrasa o crescimento dela, mas apenas o seu. Think that.